Impactados pela lama no Rio Doce ainda esperam por indenização da Samarco

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Letícia Orlandi

Comerciantes, agricultores, areeiros, surfistas, lavadeiras e até artesãos ainda aguardam indenização da Samarco pelos impactos causados com a passagem da lama de rejeitos da barragem de Fundão (MG) pelo rio Doce. Os trabalhadores alegam prejuízos depois do rompimento em novembro de 2015.

Para identificar essas categorias não assistidas pelos programas de reparação e compensação da tragédia, administrados pela Fundação Renova, o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e a Defensoria Pública Estadual começaram a fazer estudos de identificação desses grupos no ano passado. “Cobramos o cadastro dessas pessoas como impactadas, mas até agora ninguém recebeu (indenização)”, diz o integrante do MAB, Heider Boza.

Entre os surfistas de Regência, em Linhares, onde a lama atingiu o mar, o pedido de indenização é por danos moral e de saúde. Nos primeiros meses após a chegada da lama, os surfistas ficaram sem realizar a atividade no mar. Hoje, os que se aventuram à prática na região alegam problemas de pele.

A baixa procura de surfistas por Regência afetou também as atividades voltadas para o turismo. Quem tabalhava no setor informalmente ainda espera pelo reconhecimento como atingido.

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