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III Encontro de Saúde: população negra e indígena do Amapá

Este ano o foco foi saúde da 3ª idade

Discutir a saúde de populações negra e indígena. Este é o principal objetivo do “III Encontro de Saúde da População Negra e Indígena no Amapá”, que aconteceu na manhã desta quinta-feira, 16, e já está no seu 3º ano consecutivo, sendo escolhido para este ano, a abordagem da saúde dessas populações com foco para os idosos. O evento foi realizado no Museu Sacaca e já faz parte da programação anual da Faculdade Estácio de Macapá, que realiza projetos de extensão visando a troca de experiências entre seus acadêmicos e a sociedade civil.

A Coordenadora do evento, Dayane Simões, fala da importância de se discutir sobre o assunto “O Amapá foi o primeiro estado brasileiro a registrar uma área quilombola, o Curiaú. Sem falar que o Estado possui quase 200 áreas quilombolas registradas, bem como várias áreas indígenas”. Dayane também enfatiza que “essas culturas estão enraizadas ao longo de nossa extensão, cabe aos cursos da saúde abordar esse tema amplamente difundido nas mídias, já que o estudo dessas populações também fazem parte das políticas públicas trabalhadas através do Ministério da Saúde”, completa a Coordenadora.

Em todas as edições representantes governamentais da área da saúde do Estado e dos cursos de Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia e Biomedicina da Faculdade Estácio de Macapá realizam uma mesa-redonda para discutir vários aspectos do tema cada um com sua abordagem. O evento é pensado para alunos, professores, e sociedade em geral.

Além da mesa-redonda, houve apresentação de Marabaixo e arrecadação de alimentos não perecíveis no ato da inscrição que serão doados a uma comunidade quilombola.

Diani Correia

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