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Astrônomos estudam quais formas de vida podem existir em lua de Júpiter

Cientistas da USP criam um modelo para avaliar possibilidade de vida extraterrestre com base em bactéria encontrada em mina sul-africana

Ao que depender da NASA, um dos principais destinos de 2030 será a Europa. Não o continente, é claro, mas a lua congelada de Júpiter. Estima-se que ela esteja coberta por uma camada de 10 quilômetros de gelo que escondem outros 100 quilômetros de água aquecida pela energia térmica produzida pela interação gravitacional com o gigantesco planeta. Um objeto propício para encontrar vida extraterrestre, segundo estudo publicado no periódico Scientific Reports.

Para simular o que o pode ser encontrado no satélite, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) analisaram dados de uma bactéria que vive em uma mina de ouro de Mponeng, na África do Sul.

Trata-se da Candidatus Desulforudis audaxviator, uma espécie que vive sem luz solar e através de reação radioativas da água, condições que podem ser semelhantes às da Europa.

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